A decisão do ministro Alexandre de Moraes, que anulou a sindicância do CFM para investigar o atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, foi considerada uma atitude ousada pelo ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele destacou que nem a ditadura militar ousou tomar tal decisão, que impede a autarquia de exercer sua função de fiscalização ética. Queiroga enfatizou que a sindicância objetivava avaliar a conduta médica dos profissionais da PF e não deveria ser vista como uma afronta ao Judiciário, mas sim como uma medida necessária para garantir a ética na profissão.